Metodologia
Achamos o gargalo antes de você gastar.
O motor lê o seu negócio em seis frentes, dá uma nota a cada uma e diz o quanto dá pra confiar nessa nota. Cada número vem com a fonte do lado. Onde a gente não mediu, a gente avisa que não mediu.
O negócio inteiro
Seis frentes que decidem se você cresce.
Diagnóstico de uma coisa só engana. A gente olha as seis ao mesmo tempo, porque o gargalo de um escritório quase nunca é onde ele acha que é.
Estratégia
Pra quem você vende, com que oferta e por que esse caminho vale a pena. O motor lê o seu posicionamento antes de mexer em mídia.
Você está mirando o cliente certo, do jeito certo?
Aquisição
De onde vêm os contatos: busca, anúncios, indicação, redes. A gente olha mix de canais, tráfego, custo da mídia e se você consegue rastrear de onde veio cada cliente.
Quantas pessoas te acham, e por qual caminho?
Conversão
Quem chega vira contato, e o contato vira cliente. Mede a taxa do site e a velocidade de resposta ao lead: o ponto onde a maioria perde dinheiro sem ver.
Quem te procura vira cliente, ou esfria pelo caminho?
Retenção
Cliente que entra, fica. A gente lê reputação pública (avaliação no Google, reclamações) como sinal de quanto a base segura. Trocar de contador dá trabalho, e isso protege o seu faturamento.
A sua base segura, ou vaza pela porta dos fundos?
Experiência Digital
Como o seu site se comporta na mão do cliente: velocidade no celular e tempo pra carregar a página. A gente usa a régua do próprio Google, não a sua impressão.
O seu site ajuda ou atrapalha quem quer te contratar?
Operações
A conta que sustenta o resto: custo pra trazer um cliente, quanto ele rende, em quanto tempo o investimento volta. Se a economia não fecha, crescer só acelera o prejuízo.
Cada real que entra em marketing volta como cliente?
A régua que separa dado de chute
Toda nota carrega o quanto dá pra confiar nela.
A confiança é um número de 0 a 1. Quanto mais perto de 1, mais a nota veio de medição de verdade. A gente lê esse número em quatro níveis, do lado de cada eixo.
A gente não tem como afirmar. Fica marcado como não medido. Nunca vira nota ruim por falta de informação.
Veio da nossa leitura do seu site e das suas redes (pesquisa de mesa). É um indício, não uma certeza.
Veio da sua resposta no formulário. Vale, e a gente confia em você. Mas marca que é a sua palavra, ainda não uma medição.
Veio de uma conexão real: Google Analytics, Google Ads, seu sistema de cobrança. É o dado, medido na fonte.
Um número subindo de nível
A mesma taxa, mais confiável a cada passo.
Veja a conversão do site da Contábil Horizonte (0,9%) ganhando confiança conforme entra dado de verdade. O número não muda; a certeza muda.
A nota da conversão fica 0,9% nos quatro passos. O que sobe é a confiança: de 0,20 (sem dado) a 0,90 (medido no GA4). Só a partir de 0,55 essa frente pode virar uma meta de 30 dias.
Quando duas fontes discordam
A gente mostra as duas e marca o conflito.
Você diz que gasta R$ 320 pra trazer um cliente. O Google Ads mostra R$ 450. Em vez de fingir que está tudo certo, o motor mostra as duas fontes, baixa a confiança e te deixa decidir com o fato na mão.
Decisão é sua. Mas é sua com os dois números do lado, não com o palpite que soa melhor.
A forma que nasce da evidência
O Polígono de Evidência: a sua nota, do jeito que dá pra ver.
Cada ponta é um eixo. Quanto mais cheio e mais verde, mais a gente mediu de verdade. Os quadradinhos por dentro contam as evidências ancoradas. A forma é desenhada pelo dado: o mesmo run desenha sempre a mesma figura.
Cinco eixos medidos, um declarado. Forma cheia e verde: dá pra confiar e já dá pra virar metas.
Contorno tracejado: é a sua palavra, ainda não medida. A ponta da Experiência Digital afunda porque falta dado, não porque está ruim.
A ponta afundada do segundo exemplo é um pedido de dado, não uma nota ruim. Conecte o site ao Google e ela ganha contorno cheio e cor. A figura conta a história da prova: quanto mais verde e fechada, mais a gente mediu.
As regras que o motor não quebra
Rigor de auditor, na sua língua.
Seis princípios governam cada nota. Eles existem pra você nunca confundir dado com chute, nem pagar por uma meta que nasceu de achismo.
Medição substitui estimativa
Quando você conecta o Google Analytics, o dado real entra no lugar do palpite. O número pode subir ou cair. A confiança sempre sobe, porque agora a gente mediu.
Benchmark é teto, não meta
A gente nunca diz que você precisa virar a mediana do setor. Diz onde a mediana está, onde você está e de onde vem a diferença. Mudar é decisão sua, quando faz sentido pro seu modelo.
Nem todo eixo serve a todo negócio
Contador que vive de indicação não precisa de anúncio pago. O motor marca o eixo como não aplicável, em vez de te dar nota baixa por algo que não faz parte do seu jogo.
Ausência não é prova ruim
Não responder uma pergunta não te dá zero. A gente separa não medido de medido e ruim. Falta de dado vira um pedido de dado, não uma punição na nota.
Cada número tem fonte do lado
De onde veio e o quanto dá pra confiar nele. Você abre o eixo e vê a origem: declarado por você, lido no seu site, medido no Google. Gráfico bonito sem origem não conta.
Meta só nasce de evidência
A gente só vira um eixo em meta de 30 dias quando a confiança chega a 0,55. Eixo fraco por falta de dado fica de fora: a gente pede o que falta, em vez de chutar uma meta sem chão.
Veja o seu Polígono em ~30 minutos.
Sem apresentação de vendas. A gente roda o motor no seu escritório e te mostra cada nota com a fonte do lado.